Em 1991, na Guerra do Golfo, os Estados Unidos confrontaram uma dura realidade: apesar da supremacia aérea, não conseguiam neutralizar mísseis Scud iraquianos lançados de plataformas móveis. Essa frustração estabeleceu um precedente crucial: em conflitos modernos, a dominação do espaço aéreo exige adaptação contínua diante de um inimigo que também evolui.
No início da invasão à Ucrânia, a aviação russa foi vista como ineficaz, incapaz de conquistar superioridade aérea, levando a uma subestimação por parte de analistas ocidentais. Contudo, essa percepção mudou drasticamente. Especialistas em segurança aérea na Europa, alarmados, notam que o conflito não enfraqueceu a Rússia, mas a impulsionou a um aprendizado acelerado. A experiência em combate real, aprimoramentos em sistemas e a adaptação tática transformaram uma força vista como limitada num ator militar muito mais perigoso e crível do que era antes de 2022.
Citando relatos do Insider, a aviação russa, longe de colapsar, utilizou a Ucrânia como um campo de treinamento em tempo real, onde pilotos e tripulações aprimoraram suas habilidades e estratégias. Tal cenário serve como um alerta sobre a constante evolução tática em cenários de guerra, onde a adaptabilidade se torna tão vital quanto o poderio tecnológico.
Com informações de Xataka.
Fonte · Xataka



